terça-feira, 18 de setembro de 2012

Pesquisa - Até 0,5 na nota da primeira prova

Doenças quarentenárias no Brasil:

a. O que são doenças quarentenárias?
b. Quais os tipos? Explique cada um deles.
c. Dê dois exemplos de cada tipo.

Respostas até meia noite do dia 20/09.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Aula 6 (Prática)

AULA PRÁTICA 06 - DOENÇAS DO GRUPO V


Na aula prática dessa semana vimos as doenças do Grupo V, as quais interferem na fotossíntese do hospedeiro. Essas doenças são bastante importantes pelo fato de que as estruturas da maioria de seus agentes causais são facilmente disseminadas pelo vento e por consequência os mesmos podem se disseminar e infectar campos de cultivos vizinhos, entre regiões, países ou até mesmo continentes. Os patógenos desse grupo são específicos, ou seja, cada espécie de patógeno é capaz de infectar uma espécie de hospedeiro em particular. Esse grupo de doenças é subdividido em 4 subgrupos: Manchas Foliares, Míldios, Oídios e Ferrugens. Vamos relembrar as características e materiais vistos em nossa aula:

1. Manchas Foliares: Agentes causais - várias espécies de fungos e bactérias
Fungos: Conídios em conidióforos livres, pícnios ou acérvulos.
Bactérias: Células bacterianas
Os patógenos causadores de manchas são necrotróficos/hemibiotróficos e capazes de produzir toxinas durante o processo de infecção e colonização. Essas características explicam as lesões necróticas (acinzentadas, marrons ou pretas) circundadas por um halo clorótico característicos desse grupo de doenças. Essas manchas apresentam tamanhos e formas diversas e geralmente estão distribuídas ao longo do limbo foliar.

2. Míldios: Agentes causais – Cromistas. Possuem hifa asseptada, produzem esporângio em esporangióforos e esporos móveis (flagelados) denominados zoósporos. Estruturas são hialinas e observadas em ambas faces da folha do hospedeiro (onde encontram-se os estômatos). São patógenos favorecidos em temperaturas amenas e ambiente ÚMIDO (épocas chuvosas, baixadas e irrigação por aspersão). Patógenos específicos.

3. Oídios: Agentes causais – Espécies do gênero Oidium. Produzem hifas septadas, conídios em cadeia em conidióforos. Estruturas hialinas encontradas como “pó ou talco” na superfície foliar do hospedeiro. Essas estruturas podem ser facilmente removidas da folha por ação de chuva e/ou irrigação por aspersão e por isso são favorecidos em ambientes SECOS (época seca e cultivo protegido). Patógenos específicos.

4. Ferrugens: Agentes causais: várias espécies de basidiomicetos. Produzem esporos denominados Urediniósporos/Uredóporos que são ornamentados (espículas – “espinhos”) de coloração amarela, laranja em pústulas (rompimento da epiderme do hospedeiro). As pústulas produzidas nos órgãos do hospedeiro possuem coloração de ferrugem e são características desse grupo de doenças. Esses patógenos penetram via estômatos e são específicos (exceto o agente causal da ferrugem asiática da soja).


Materiais diagnosticados em aula:
Hospedeiro 1: Bananeira, Nome da doença: Sigatoka amarela, Agente causal: Fungo do gênero Cercospora.
Hospedeiro 2: Citros (limão cravo), Nome da doença: Verrugose, Agente causal: Fungo.

Hospedeiro 3: Cucurbitácea (abobrinha) ou soja, Nome da doença: Oídio, Agente causal: Fungo do gênero Oidium.
Hospedeiro 4: Cafeeiro, Nome da doença: Ferrugem, Agente causal: Fungo do gênero Hemileia.

Controle:
As doenças desse grupo são controladas com a utilização de variedades resistentes e controle químico (fungicidas).

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Aula 5

AULA TEÓRICA 05 - CICLO DAS RELAÇÕES PATÓGENO-HOSPEDEIRO – NEMATÓIDES

Relembrando o ciclo das relações patógeno-hospedeiro:
-Sobrevivência: Perpetuação do inóculo entre os ciclos de cultura.
-Disseminação: Remoção, dispersão e deposição de propágulos.
-Infecção: Penetração e estabelecimento das relações parasitárias.
-Colonização: Desenvolvimento do patógeno no hospedeiro.
-Reprodução: Produção de descendentes.


Figura 1. Ciclo de vida de Nematóides-das-galhas em morangueiro.
Exemplos práticos foram apresentados em aula para o entendimento dessas relações no caso de Nematóides.
Exemplo 1: Meloidogyne incognita e M. paranaensis – cafeeiro arábico
Três cultivares de café são produzidos no Brasil, sendo essas Coffea arabica (70%), C. canephora (25%) e cultivares de C. arabica derivadas de hibridação entre C. arabica e C. canephora (5%). Nesse contexto, uma série de nematóides acomete essa cultura podendo ocasionar significativas perdas. Nematóides do gênero Meloidogyne comumente denominados nematóides-das-galhas apresentam-se como um dos principais e dentre suas características podemos citar: ciclo de vida: 20-30 dias sendo muito dependente da temperatura, preferência por solos arenosos, sedentarismo e produção de galhas nas raízes, tubérculos e eventualmente em órgãos aéreos. Não se conhece ao certo como esses nematóides sobreviveram ao desbravamento da Mata Atlântica nos estados de MG e PR. Sua disseminação ocorre através da movimentação de mudas contaminadas e sua infecção ocorre em todas as espécies de C. arabica. A colonização ocorre no interior das raízes das plantas e a quantidade de ovos produzidos pelos mesmos dependerá da quantidade e qualidade do alimento (hospedeiro).
Existe uma relação importante entre geadas e nematóide-das-galhas. Devido a intensas geadas ocorridas em algumas regiões, essas substituíram esse cultivo por outros, e o café foi levado para outras regiões juntamente com o nematóide, auxiliando sua disseminação. Outra relação abordada foi a poda e nematóide-das-galhas. As podas drásticas (recepa) realizadas em cafezais cujo solo encontra-se infestado com esse nematóide ocasionam significativos danos. Quando a parte aérea das plantas é eliminada durante a poda parte das raízes morrem e por consequência os nematóides na fase adulta que ali se encontram. No entanto, os ovos dos mesmos permanecem no solo e os juvenis começam a tacar as poucas e novas raízes do hospedeiro, aumentando sua população e por consequência os danos.
As principais táticas de manejo consistem na rotação de cultura e eliminação de plantas invasoras que atuam na fase de sobrevivência. A utilização de mudas sadias que atua na disseminação e o plantio de porta-enxertos resistente que atua nas fases de infecção, colonização e reprodução.
Exemplo 2: M. javanica e M. incognita – Cenoura
A sobrevivência acontece na própria cultura (cenouras descartadas no campo), batata e plantas invasoras. A disseminação ocorre através de mudas infectadas, batata-semente e caixas de colheita contaminadas. Desse modo o manejo pode ser realizado através de rotação de culturas (braquiária), alqueive, tratamento do solo (produtos químicos e solarização), uso de material propagativo sadio, uso de cultivares resistentes e desinfestação das caixas de colheita.
Eficácia dos nematicidas em função da tolerância da planta aos nematóides: Existe um limiar de densidade populacional de nematóides (limite de tolerância) o qual não interfere na produtividade do hospedeiro e esse nível é variável conforme as espécies de nematóide e seu hospedeiro.
Nematicidas biológicos: Existe uma espécie fúngica chamada Pochonia clamidosporia que possui capacidade saprofítica produzindo grande quantidade de clamidósporos. Esse microrganismo pode ser produzido em escalas maiores “in vitro” para utilização em campo. Geralmente o agricultor utiliza esse método de controle aliado a algum outro (rotação de culturas, por exemplo) e alcança bons resultados de controle.


AULA PRÁTICA 05 – DOENÇAS DOS GII + GIII + GIV

Nessa semana vimos:
Grupo II – Danos em plântulas (“damping off”): Os danos ocorrem em pré-emergência e pós-emergência. Os patógenos deste grupo são necrotróficos, tais como Pythium sp., Phytophthora sp. e Rhizoctonia sp. Estes patógenos são favorecidos por alta umidade, podem penetrar diretamente e sobrevivem no solo (clamidósporos, escleródios). São pouco específicos.

Grupo III – Podridões de raízes e colo: Os danos ocorrem em plantas adultas. Os patógenos deste grupo são necrotróficos, tais como Pythium sp., Phytophthora sp., Rhizoctonia sp., Sclerotium sp. e Fusarium solani. Estes patógenos são favorecidos por alta umidade, podem penetrar diretamente e sobrevivem no solo (clamidósporos, escleródios). São mais específicos que os Patógenos do grupo II, por exemplo, F. solani f.sp. phaseoli.

O controle é similar para as doenças dos grupos II e III, principalmente evitando a entrada do patógeno ou escolhendo locais isentos. Também pode ser feito tratamento do solo em pequenas áreas (químico, físico, solarização), tratamento químico sementes, irrigação controlada para evitar encharcamento. O uso de resistência varietal é inviável.

Grupo IV – Murchas vasculares: Os sintomas reflexo na parte aérea são murchas, devido a obstrução do xilema pelos patógenos. Os patógenos deste grupo são Fusarium oxysporum, Verticillium e Ralstonia solanacearum. Estes patógenos colonizam o xilema, podem penetrar diretamente pelas raízes e sobrevivem no solo (clamidósporos). São específicos ao hospedeiro e ao tecido. Como estratégias de controle para esse grupo de doenças pode-se usar resistência genética. Também é importante evitar a entrada do patógeno, escolher locais isentos e a rotação de culturas.


Vimos Sclerotium sp. em feijão, Rhizoctonia sp. em feijão e Fusarium em tomate.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Aula 4

AULA TEÓRICA 04 - CICLO DAS RELAÇÕES PATÓGENO-HOSPEDEIRO: VÍRUS E VIRÓIDES

Na aula teórica dessa semana, relembramos algumas características importantes dos vírus de plantas como constituição, formas e dimensões. Vimos que para que uma virose se desenvolva são necessários:

ü  planta hospedeira suscetível,
ü  vírus capaz de causar doença,
ü  vetor para que o vírus seja transmitido e
ü  ambiente (capaz de influenciar os três primeiros componentes).

Os vírus de plantas podem ser disseminados via sementes, enxertia/material propagativo infectado, mecanicamente (operações culturais) e por vetores. Dentre os vetores de vírus de plantas, podemos destacar os insetos (afídeos, mosca branca, cigarrinhas, tripes e besouros), ácaros, fungos e nematóides.

O quadro abaixo possui informações a respeito dos tipos de relações vírus-vetor. Mas antes de entender as relações, alguns conceitos DEVEM estar claros:
Tempo de aquisição: Período mínimo de alimentação do vetor na planta para a aquisição do vírus.
Tempo de transmissão: Período mínimo de alimentação do vetor na planta para a transmissão do vírus.
Latência: Período entre a aquisição e o início da transmissão do vírus pelo vetor.


Tipos de relações vírus/vetores
Os vírus infectam as plantas sistemicamente. As partículas virais inicialmente são depositadas no local de infecção e se movem através dos plasmodesmas até atingirem os vasos do floema. Não existe produto que seja capaz de matar o vírus presente em uma planta doente sem matá-la também, pois como é sabido, os mesmos vivem no interior da célula hospedeira. Dessa forma, é de grande importância o conhecimento da relação vírus-vetor por parte dos profissionais, para que esses possam permear estratégias de controle pertinentes a cada caso, reduzindo os prejuízos ao produtor.

Relembremos 2 exemplos práticos discutidos em aula.

Exemplo 1: Vírus do mosaico do mamoeiro.
Sobrevivência: mamoeiros e cucurbitáceas, sem transmissão via sementes, vetores: inúmeras espécies de pulgões que não colonizam o mamoeiro, relação vírus/vetor: NÃO PERSISTENTE (picada de prova= picadas superficiais, rápidas e em grande número).

Exemplo 2: Vírus do vira cabeça do tomateiro.
Sobrevivência em mais de 150 espécies vegetais, sem transmissão via semente, vetores: tripes, relação vírus/vetor: PERSISTENTE PROPAGATIVO (aquisição do vírus somente no estadio de larva – 15 minutos, vírus se multiplica no inseto que o transmite durante toda vida).

Supondo que você seja o agrônomo responsável em decidir a respeito do controle químico em ambos os casos, você o faria? Se você lembrou-se da nossa aula com certeza iria dizer que no exemplo 1 não! Não existe inseticida que mate o inseto em poucos segundos ou minutos, antes que ele transmita o vírus para plantas sadias (que nesse caso ocorre em questão de segundos). No exemplo 2 o controle químico é possível, pois o vetor demora um tempo maior para transmitir o vírus de uma planta doente para sadia, embora será mais eficiente na disseminação secundária (dentro da plantação) do que  na disseminação primárias (de fora para dentro da plantação).

Viróides: Possuem molécula de RNA circular sem capa protéica; são os menores agentes infecciosos capazes de causar doença, são encontrados somente em plantas e podem ser transmitidos via pólen, semente e mecanicamente.



AULA PRÁTICA 4 - Classificação de doenças de plantas
Esta semana vimos que existem algumas maneiras de classificar as doenças de plantas, como por exemplo, baseando se no agente causal, no hospedeiro ou nos processos fisiológicos do hospedeiro que são interferidos pelas doenças (classificação de McNew).

 
Nessa semana vimos:
Grupo I – Podridões de órgãos de reserva: Neste grupo os sintomas típicos é podridão mole, devido à ação de enzimas celulolíticas e pectinolíticas, e podridão seca que podem ocorrem em frutos, sementes e órgão de reserva. Como estratégias de controle para esse grupo de doenças podemos utilizar atmosfera modificada, armazenamento em baixas temperaturas, controle químico preventivo e principalmente evitar ferimentos nos órgão colhidos.

Vimos Pectobacteriumsp. em pimentões e batatas.
 
 
Rhizopus sp. em morangos.
 

 Penicillium sp. em tangerinas.
 

sábado, 25 de agosto de 2012

Aula 3

AULA TEÓRICA 3 - CICLO DAS RELAÇÕES PATÓGENO–HOSPEDEIRO: FUNGOS E BACTÉRIAS
Antes de analisarmos os ciclos das relações patógeno–hospedeiro foi realizada uma breve revisão sobre as principais características de fungos, incluindo os oomicetos, e procariotos, em geral. Isso vocês devem ter em mente. Quaisquer dúvidas sobre essas características desses dois grupos de agentes fitopatológicos revisem as aulas de Microbiologia vista no semestre anterior!!!

Depois dessa revisão, adentramos no assunto da aula sobre os ciclos das relações envolvidas no processo das doenças de plantas causadas por estes dois grupos. Abaixo está uma representação esquemática dos ciclos envolvendo fungos e bactérias.


Ciclo da relação patógeno–hospedeiro

Nesta figura podemos diferenciar o ciclo primário (monociclo) e o secundário (policíclico). O ciclo primário ocorre somente uma vez durante a estação de cultivo da planta, enquanto que os secundários são vários ciclos sucessivos do patógeno durante essa estação de cultivo.
 
Os ciclos das relações de fungos e bactérias podem ser divididos em: sobrevivência, disseminação, infecção, colonização e reprodução.
 
As formas de sobrevivência para os fungos podem ser através de, 1) estruturas de resistência, como os, a) escleródios (enovelados de hifas que endurecem, ficando no solo dormente); b) clamidósporo (célula de hifa ou esporo com parede celular espessa); c) oósporo (esporo sexual de Oomicetos com parede espessa); d) teliósporos; e) ascocarpos. No caso dos procariotos, encontra-se esporos de resistência de bactérias (Bacillus e Streptomyces), 2) plantas hospedeiras (dependem do tecido doente, como as lesões causadas pelo agentes causais do cancro cítrico, ferrugem do cafeeiro, “greening”, sementes infectadas — carvão do trigo), 3) atividade saprofítica, como os peritécios de Fusarium sp. em colmos de trigo e 4) vetor, somente para alguns procariotos, como no caso das doenças transmitidas por psilídeo em citros.

Como adendo desse ponto, o inóculo é toda e qualquer estrutura do patógeno ou o próprio patógeno (bactéria) que é capaz de dar início a uma infecção.

A disseminação é dividida em três etapas: liberação do propágulo do local em que foi produzido, podendo ser ativa ou passiva; a dispersão que é a disseminação propriamente dita, sendo realizada por vários agentes, como o vento, respingos de água, insetos, água de irrigação, sementes contaminadas, animais, ferramentas e implementos agrícolas.
 
A disseminação de bactérias geralmente ocorre por aerossol. A disseminação pode ser realizada por vetores que se alimentam da planta infectada, adquirem o inóculo de bactérias habitante do xilema (Xylella fastidiosa) e do floema (fitoplasmas, espiroplasmas, Candidatus Liberibacter). Estas dependem exclusivamente do vetor para a sua disseminação.
 
A infecção é mais difícil de definir, pois para alguns autores ela começa na pré-penetração, passa para a penetração até estabelecer as relações parasitárias estáveis. Para outros, ela vai da pré-penetração até a colonização.
 
A penetração dos fungos pode ocorrer por diversas formas, a) direta; b) através de estômatos; e, c) por ferimentos. Já para os procariotos, esta pode ser por estômatos, ferimentos, hidatódios e pelo nectário floral. 

Penetração direta de Stenocarpella macrospora em folhas de milho. Elongação do tubo germinativo (seta vermelha) e apressório (seta azul) (Brunelli et al., 2005).
 
A colonização e reprodução podem ocorrer concomitantemente. A colonização pode ser por: a) superfície (oídio); b) subcitucular (sarna da macieira); c) intracelular (mancha de alternária); d) intercelular (ferrugens); e, e) xilema (murcha de fusário). Os procariotos colonizam através dos espaços intercelulares, do xilema e do floema do hospedeiro.
 
Para finalizar a aula, foi explicitado o ciclo das relações patógeno–hospedeiro da doença cancro cítrico (causada pela bactéria Xanthomonas axonopodis pv. citri), destacando que a doença é policíclica. Tema esse que será visto em aula mais adiante.
 
Turma é de suma importância entender os ciclos das relações patógeno–hospedeiro para a tomada de decisão na hora de aplicar as medidas de controle da doença!!! Até a próxima...

AULA PRÁTICA 3 - POSTULADOS DE KOCH
Na aula prática, vimos as duas etapas finais dos Postulados de Koch: Inoculação e Reisolamento.

Postulado 3 - Inoculação do patógeno:
A inoculação consiste no ato de colocar um patógeno em contato com, ou no interior, de um órgão ou tecido de uma planta hospedeira. Para termos sucesso na inoculação, precisamos saber como se dá a penetração do microrganismo no hospedeiro.


Por isso, realizamos diversos métodos de inoculação:

Para fungos:
- Penetração direta: Aspersão da suspensão de Alternaria solani em plantas de tomate.
- Penetração por ferimento: Inoculação do Penicillium sp. que isolamos na semana passada em tangerinas, realizando ou não ferimento nos frutos.

Para bactérias:
 - Penetração por ferimentos: Inoculação da bactéria Pectobacterium sp. em pimentão e batata usando palito.

Para vírus

- Penetração por ferimentos: Inoculação mecânica do vírus do mosaico do pepino (CMV) em abobrinha.
- Penetração por inseto vetor: Inoculação com afídeos do vírus do mosaico do pepino (CMV) em abobrinha.

Postulado 4 - Reisolamento do patógeno: O quarto postulado, reisolamento do microrganismo, não foi executado em aula prática, pois segue os mesmos procedimentos do segundo postulado (isolamento).